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	<title>Catálogo de Produtos - Shanv - Ponto Alto Sementes</title>
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	<description>Loja de Produtos Animal Bovino e Vegetal Naturovita</description>
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	<title>Catálogo de Produtos - Shanv - Ponto Alto Sementes</title>
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		<title>Panicum Maximum cv Mombaça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O capim-mombaça é uma alternativa para áreas de solo com maior fertilidade, sendo indicada na diversificação das pastagens em sistemas intensivos de produção animal. Sua adoção tem se dado especialmente em áreas de produção de leite e, mais recentemente, em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP). Tem persistência média de seis anos, com produção animal de 15 @/ha/ano. Comparado ao capim-colonião, o mombaça produz 130% a mais de matéria seca foliar. Proporciona aos bovinos de corte ganhos médios de 700 kg de peso vivo/ha/ano, revelando-se medianamente resistente à cigarrinha-das-pastagens.</p>
<p>A tomada de decisão do produtor leva em conta as alternativas de manter o sistema extensivo com baixa produtividade e baixo custo de manutenção ou de intensificar o sistema. Dessa forma, passou-se a considerar as vantagens do capim-mombaça em substituição à braquiária em processo de degradação, situação comumente encontrada.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O post <a href="https://pontoalto.shanv.com.br/produto/panicum-maximum-cv-mombaca/">Panicum Maximum cv Mombaça</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontoalto.shanv.com.br">Shanv - Ponto Alto Sementes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quem ganha com isso</strong></p>
<p>Os principais beneficiários da tecnologia são os pecuaristas, que obtiveram incrementos de produtividade animal. A cultivar Mombaça vem ganhando espaço também em sistemas de integração lavoura/pecuária e na pecuária de leite, em substituição ao capim-elefante. As empresas que comercializam sementes são beneficiadas, pois podem oferecer aos clientes produtos diversificados e as empresas que vendem fertilizantes ou corretivos também o são, dado que esta tecnologia requer maior nível de fertilidade para expressar seu potencial produtivo.</p>
<p><strong>Abrangência geográfica</strong></p>
<p>GO, MS, MT, AC, PA, RO, TO, PR, MG e SP.</p>
<p><strong>Benefícios econômicos e sociais</strong></p>
<p>O ganho econômico proporcionado foi calculado com base na diferença de ganho de peso animal proporcionado pelo uso do capim-mombaça, em média de 450 kg de peso vivo/ha/ano, em comparação àquele gerado pela braquiária decumbens em processo de degradação, cuja média é de 100 kg de peso vivo/ha/ano. Em tal situação, de baixo retorno econômico, mas também de baixo risco associado ao sistema produtivo, o produtor que visa intensificar a produção e aumentar o giro de capital opta pelo Mombaça, arcando com seus custos e riscos adicionais. O ganho adicional de 350 kg equivale a 178,5 kg de carne em carcaça para um rendimento de carcaça de 51%. Considerando o preço médio corrigido do boi gordo em 2015 de 138,08 reais/arroba e o custo adicional de 300 reais/hectare, o ganho unitário foi de 1.343,20 reais/ha.</p>
<p>O impacto social tem se dado em diferentes elos da cadeia produtiva. Do lado da produção, esta cultivar tem representado uma importante tecnologia adotada por pequenos e médios pecuaristas de leite, especialmente em substituição ao capim elefante. Na pecuária de corte, por ser usado em sistemas mais intensivos de produção, indiretamente aumenta a demanda por mão-de-obra. Do lado das indústrias, este capim, somado ao P. maximum cv. Tanzânia e Brachiaria brizantha cv. Marandu, representou um forte impacto no mercado de produção e beneficiamento de sementes e de máquinas e equipamentos voltadas para este ramo da agropecuária. É considerável a contribuição desta tecnologia para a geração de emprego e renda e para a melhoria da gestão e capacitação dos atores envolvidos na pecuária de corte.</p>
<p><strong>Parceiros</strong></p>
<p>Embrapa Gado de Corte; Embrapa Acre; Embrapa Amazônia Oriental; Embrapa Cerrados; Instituto Agronômico do Paraná; Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais; Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira.</p>
<p>Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outra(s) instituição(ões).</p>
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		<title>Panicum Maximum cv Aruana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:49:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aruana pastagem de qualidade, indicado para o pastoreio de gado, caprinos, ovinos e equinos, além e excelente produção de feno como massa seca.<br />
O valor nutritivo e aceitabilidade da pastagem aruana, favorecem o maior consumo voluntário da forragem e diminui a necessidade de suplementação de ovelhas no final da gestação e em amamentação.<br />
O capim aruana se desenvolve rapidamente produzindo folhagem fina e suculenta, agradando muito os animais e não deixando buracos na área plantada de pastagem, o que ajuda a evitar pragas e até a erosão do solo.<br />
Dependendo da acidez do solo é recomendada a correção do solo com calcário e uma aradagem profunda para que se garanta que o solo terá o ph adequado.<br />
Aproveite o início da estação chuvosa, de outubro em diante, para realizar a semeadura da aruana, seja por laço, linhas, por arremesso ou em covas.</p>
<p>O post <a href="https://pontoalto.shanv.com.br/produto/panicum-maximum-cv-aruana/">Panicum Maximum cv Aruana</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontoalto.shanv.com.br">Shanv - Ponto Alto Sementes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quantos quilos de semente de aruana por hectare?</strong><br />
De 10 a 15 quilos por hectare, dependendo das condições do solo.</p>
<p><strong>Pastagem aruana e o rebanho?</strong><br />
Com a aruana pastagem o produtor tem menor número de mortalidade, aumento da taxa de natalidade e maior desempenho reprodutivo. O número de cordeiros por área também aumenta, gerando maior renda.</p>
<p>De acordo com o pesquisador do IZ, Eduardo Antonio Cunha, o Aruana tem boa produção de sementes, garante o restabelecimento rápido da pastagem em caso de necessidade de recuperação – após eventuais “acidentes” como queima, geadas, pragas ou degradação por falha de manejo.</p>
<p>Além de boa tolerância ao pastejo baixo (rente ao solo) promovido pelo ovino, isso possibilita a adoção da técnica de manejo como parte da estratégia no controle de helmintos parasitas, favorecendo a exposição de larvas às intempéries climáticas – radiação solar e vento.</p>
<p>“O capim P maximum cv Aruana mostra-se como uma excelente alternativa, senão a ideal, para pastejo com ovinos, desde que em condições adequadas de manejo, solo e clima, podendo a sua utilização, contribuir significativamente para que a ovinocultura firme-se cada vez mais como alternativa de viabilização sócio-econômica para a pequena e média propriedade rural”, afirma o pesquisador Cunha.</p>
<ul>
<li>Características Agronômicas</li>
<li>Nome Científico: PANICUM MAXIMUM CV. ARUANA IZ-5</li>
<li>Nome Comum: Aruana, capim aruanã</li>
<li>Ciclo Vegetativo: Perene</li>
<li>Hábito de Cresc: Cespitoso, touceira</li>
<li>Altura da Planta: 0,6 a 0,8 m</li>
<li>Digestibilidade: Ótima</li>
<li>Palatabilidade: Ótima</li>
<li>Proteína Bruta na MS: 8 a 12%</li>
<li>Produção de MS: 18 a 22 t/ha/ano</li>
<li>Tolerância à Seca: Média</li>
<li>Tolerância ao Encharcamento: Baixa</li>
<li>Tolerância ao Frio: Média</li>
<li>Tolerância à Cigarrinha: Tolerante</li>
<li>Fertilidade do Solo: Média e Alta</li>
</ul>
<p>A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural.</p>
<p>O Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), departamento de pesquisa vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo tem desenvolvido pesquisas para incentivar a produção de carne ovina no Estado de São e também difundindo a tecnologia em outras regiões do Brasil – principalmente, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.</p>
<p>O IZ procura atender as necessidades do pequeno e médio produtor brasileiro com novas alternativas de manejo a pasto pasto com diversas gramíneas e forrageiras, dentre elas o Capim Aruana (Panicum maximum cv Aruana IZ-5).</p>
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		<title>Panicum Maximum cv Massai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:47:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cultivar de crescimento cespitoso e semidecumbente de porte médio (altura aproximada de 65 cm). É um capim de excelente produção de forragem com ótima rebrota e muito aceito por bovino, equinos, ovinos e caprinos.<br />
Responde bem em solos de média fertilidade, e deve ser servido aos animais sempre antes do florescimento.<br />
A cultivar Massai, liberada em 2001, é um híbrido espontâneo entre Panicum maximum e P. infestum, e foi coletada na Tanzânia, África, pelo Institut de Recherche pour le Développement (IRD). A planta tem como característica o crescimento formando touceiras com altura média de 60 cm. Possui excelente produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota, com média tolerância ao frio e boa resistência ao fogo. Quando comparado a cultivares de P. maximum, o capim-massai apresenta-se mais adaptado às condições de baixa fertilidade do solo, com boa resistência ao ataque da cigarrinha-das-pastagens. Avaliado sob pastejo rotacionado por quatro anos, suportou 3,1 e 1,2 UA/ha durante o período das águas e da seca, respectivamente, apresentando ganho médio de 620 kg de peso vivo por hectare ao ano.<br />
Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outra(s) instituição(ões).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PRODUÇÃO AGRONÔMICA</strong></p>
<p>A cv. Massai apresentou uma produção de matéria seca de folhas em parcelas (15,6 t/ha) semelhante à cv. Colonião (14,3 t/ha), apesar do porte de apenas 60 cm de altura, em contraste com os 150 cm do Colonião, nas mesmas condições. Essa alta produção em relação ao Colonião é por causa da capacidade 30% maior que este de produzir folhas em relação aos colmos, e 83% maior de rebrota após os cortes.<br />
A cultivar Massai apresentou também 53% menor estacionalidade de produção que o Colonião. Em relação às cultivares Tanzânia-1 e Mombaça, a cv. Massai apresentou porcentagem semelhante de folhas (em torno de 80% de folhas), mas por ser de porte mais baixo que ambas as cultivares, sua produção de matéria seca foliar também foi menor.</p>
<p>A cv. Massai apresentou concentração de proteína bruta nas folhas (12,5%) e colmos (8,5%) semelhante à cv. Tanzânia-1.</p>
<p>A cv. Massai é um capim precoce, portanto, floresce e produz sementes várias vezes ao ano. Seu florescimento é intenso, rápido e agrupado. A época de maior produção é em maio, quando atingiu 85 kg/ha em média, em parcelas.</p>
<p><strong>ADAPTAÇÃO A CLIMA E SOLO</strong></p>
<p>Para se avaliar o potencial de adaptação a distintos climas e solos, os 25 acessos superiores e 5 testemunhas foram avaliados durante dois anos em sete locais, quais sejam:</p>
<p>a) Rio Branco, Acre (Embrapa Acre);<br />
b) Paragominas, Pará (Embrapa Amazônia Oriental);<br />
c) Planaltina, Brasília, (Embrapa Cerrados);<br />
d) Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul (Embrapa Gado de Corte);<br />
e) Itapetinga, Bahia (CEPLAC);<br />
f) Governador Valadares, Minas Gerais (EPAMIG);<br />
g) Paranavaí, Paraná (IAPAR).</p>
<p>A cv. Massai destacou-se em todos os locais avaliados na rede nacional, e apresentou melhor desempenho de todos acessos no total dos locais. Ela produziu bem desde latitudes 3° até 23°S, altitudes de 100 a 1.007 m acima do nível do mar, com precipitações anuais de 1.040 a 1.865 mm, e solos de pH de 4,9 até 6,8.</p>
<p>Nos Estados do Acre e Minas Gerais e no Distrito Federal, apresentou a mais alta produção de matéria seca de folhas e a mais alta porcentagem de folhas entre os 25 acessos ou testemunhas, mesmo quando comparada com os materiais de porte alto como a cv. Mombaça. No Pará, a ‘Massai’ ficou entre as cinco mais produtivas.</p>
<p>Em uma análise de agrupamento envolvendo todos os locais e considerando o vigor das plantas, as produções de matéria seca de folhas por corte e na estação seca, e a porcentagem de cobertura do solo, a cv. Massai ficou no grupo de melhor desempenho forrageiro, com a ‘Mombaça’ e outros quatro acessos.</p>
<p>Em comparação às testemunhas, a ‘Massai’ apresentou produção de matéria seca total semelhante às cvs. Tanzânia-1, Mombaça e Tobiatã, e superior às ‘Vencedor’ e ‘Colonião’. Já quanto à produção de matéria seca de folhas, tanto nas águas quanto na seca, a cv. Massai foi superior às testemunhas e semelhante à ‘Mombaça’.</p>
<p><strong>CALAGEM E ADUBAÇÃO</strong><br />
A cv. Massai, a exemplo de outras cultivares da espécie P. maximum, requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação, mas é a menos exigente em adubação de manutenção e persiste maior tempo em baixa fertilidade com boa produção sob pastejo. É, entre as cultivares de P. maximum, a mais tolerante ao alumínio do solo.</p>
<p>A quantidade de corretivos e adubos deve basear-se na análise de solos. Recomenda-se para implantação da pastagem, aplicação de calcário para elevar a saturação por bases de 40% a 45% na camada de 0 a 20 cm de solo. Adubação fosfatada deverá elevar os teores de fósforo em Mehlich-1:</p>
<ul>
<li>em solos muito argilosos (&gt;60%), para acima de &gt; 4 mg/dm3;</li>
<li>em solos argilosos (35% a 60%), para acima de &gt; 6 mg/dm3;</li>
<li>em solos textura média (15% a 35%), para acima de &gt;12 mg/dm3;</li>
<li>em solos arenosos (&lt;15%), para acima de &gt;15 mg/dm3.</li>
</ul>
<p>O potássio deve estar na faixa de 50 a 60 mg/dm3. Quanto a outros nutrientes, recomenda-se a aplicação de 30 kg/ha de enxofre, e para os micronutrientes, 40 a 50 kg/ha de uma fórmula de FTE que contenha cobre, zinco e boro, ou equivalente em fontes solúveis.<br />
Embora a cv. Massai se adapte e persista em uma ampla faixa de textura de solos comparativamente às demais cultivares, seu desempenho e persistência também são melhores em solos de textura média e argilosa.</p>
<p><strong>PLANTIO</strong><br />
Em climas com estação chuvosa no verão, como a região Centro-Oeste, o plantio deverá ser realizado de meados de outubro até fevereiro, sendo a época ideal o período de 15 de novembro a 15 de janeiro.</p>
<p>O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens, isto é, aração e gradagem, quando necessário. Recomendam-se 2 kg/ha de sementes puras viáveis e a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 20 cm de espaçamento, a uma profundidade de 2 cm. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas.</p>
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		<title>Panicum Maximum cv BRS Zuri</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:44:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A BRS Zuri é uma gramínea cespitosa, que deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se que o pasto seja manejado com altura de entrada de 70-75 cm e altura de saída de 30-35 cm.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este manejo promoveu bom controle do desenvolvimento de colmos e florescimento na Amazônia, assegurando a manutenção da estrutura do pasto e bons níveis de produção animal.</p>
<p>Apresenta tolerância moderada ao encharcamento do solo, semelhante ao Tanzânia-1, porém se desenvolve melhor em solos bem drenados, sendo uma opção para diversificação de pastagens nos biomas Amazônia e Cerrado.</p>
<p>Suas principais características são a elevada produção, o alto valor nutritivo, a resistência às cigarrinha-das-pastagens e o alto grau de resistência à mancha das folhas, causada pelo fungo Bipolaris maydis.</p>
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		<title>Panicum Maximum cv BRS Tamani</title>
		<link>https://pontoalto.shanv.com.br/produto/panicum-maximum-cv-brs-tamani/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:41:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira cultivar híbrida lançada pela Embrapa é resultado do cruzamento entre a planta sexual S12 e o acesso apomítico T60 (BRA-007234) e foi realizado na Embrapa Gado de Corte a partir de 1992. Os trabalhos de seleção foram coordenados pela Embrapa Gado de Corte em parceria com a Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Rondônia.</p>
<p>O post <a href="https://pontoalto.shanv.com.br/produto/panicum-maximum-cv-brs-tamani/">Panicum Maximum cv BRS Tamani</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontoalto.shanv.com.br">Shanv - Ponto Alto Sementes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome Tamani significa ?precioso? em suaíli, a língua falada no Quênia. A cultivar foi selecionada com base no seu porte baixo, abundância de folhas e perfilhos, produtividade, vigor, valor nutritivo (elevados teores de proteína bruta e digestibilidade), resistência à cigarrinha-das-pastagens e facilidade e flexibilidade de manejo e é indicada para diversificação das pastagens no bioma Cerrado. A cv. BRS Tamani foi registrada em 08/07/2014 e protegida em 25/09/2014 junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
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		<title>Brachiaria Humidícola cv Llanero</title>
		<link>https://pontoalto.shanv.com.br/produto/brachiaria-humidicola-cv-llanero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:07:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade e vitalidade das sementes dependem, em parte, do vigor de seus ascendentes, motivo pelo qual as terras cultivadas com a finalidade de produção de sementes devem possuir boa fertilidade, além de receberem adubações equilibradas. O objetivo do trabalho foi de avaliar os efeitos da combinação de doses de N e K na adubação de cobertura da Brachiaria humidicola cv. Llanero sobre a produtividade e qualidade fisiológica de sementes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este trabalho foi conduzido entre novembro de 2008 a abril de 2009, no sítio Santa Angélica, na cidade de Santo Anastácio, Oeste do estado de São Paulo. O material estudado foi Brachiaria humidicola cv. Llanero.</p>
<p>A semeadura foi realizada em linha com espaçamento de 1 m, após um processo de preparo de solo convencional. O delineamento experimental foi em blocos inteiramente casualizado, com quatro repetições em esquema fatorial 4&#215;4, considerando quatro doses de nitrogênio (0, 50, 100, 200 kg ha-1) e quatro doses de potássio (0, 50, 100, 200 kg ha-1).</p>
<p>A adubação nitrogenada e potássica influenciou a qualidade fisiológica das sementes de Brachiaria humidicola cv. Llanero, onde houve o aumento da porcentagem de pureza física das sementes e produtividade de sementes por hectare, em função do aumento das doses de nitrogênio e potássio.</p>
<p>A taxa de germinação aumentou em função do incremento das doses de nitrogênio, porém o mesmo não ocorreu com a suplementação de potássio, que não teve interferência significativa sobre este parâmetro.</p>
<p>O post <a href="https://pontoalto.shanv.com.br/produto/brachiaria-humidicola-cv-llanero/">Brachiaria Humidícola cv Llanero</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontoalto.shanv.com.br">Shanv - Ponto Alto Sementes</a>.</p>
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		<item>
		<title>Brachiaria Decumbens cv Basilisk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:03:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A adubação nitrogenada é ferramenta-chave para aumentar a produção de forragem. Em experimento anterior de recuperação de pastagem degradada de Brachiaria decumbens, estabelecida a 25 anos, em São Carlos, SP, em que se utilizaram corretivos e fertilizantes (especialmente nitrogênio e potássio) aplicados na superfície do solo, verificou-se acidificação acentuada no final do período de quatro anos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No tratamento sem calcário houve recuperação do capim-braquiária com a aplicação de N, mas ao final de cinco anos iniciou o aparecimento de sinais de mortalidade de plantas.</p>
<p>O objetivo deste projeto foi estimar a quantidade mínima de calcário e de nitrogênio a ser utilizada para alcançar elevada produtividade de forragem, com o mínimo de impactos ambientais negativos nas características químicas de um Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, com 300 g/kg de argila.</p>
<p>O delineamento experimental foi o de blocos casualizados em arranjo fatorial de 3 x [(2 x 2) + 1 testemunha], utilizando nitrato de amônio e sulfato de amônio nas doses de 50 e de 100 kg/ha por corte e duas doses de calcário (3 e 6 t/ha) mais uma testemunha geral.</p>
<p>As doses de N e de calcário foram aplicadas em faixas aleatórias, com três repetições, totalizando 45 parcelas experimentais de 3 x 7 m, com 6 m2 de área útil cada.</p>
<p>Verificou-se que a produção de fitomassa de apim-braquiária em pastagem degradada foi aumentada inicialmente com doses de N em torno de 130 kg/ha por aplicação. O número de cortes e de aplicações de N foi de cinco por ano no período das chuvas.</p>
<p>Essa quantidade aplicada pode ser reduzida ao longo dos anos numa taxa de 10% a 15% ao ano até o ponto de equilíbrio entre entrada, imobilização, mineralização, perdas e retirada de N. Este ponto de equilíbrio, que ainda necessita ser determinado, parece ocorrer após o sétimo ano.</p>
<p>A calagem adequada foi aquela que inicialmente corrigiu a saturação por bases até o nível adequado para a produção da forrageira, seguida de aplicações anuais para corrigir a acidez ?fisiológica? das doses de nitrogênio utilizadas. Para evitar lixiviação de cálcio, de magnésio, de potássio e de nitrato as doses aplicadas de insumos devem ser calibradas para a capacidade de extração da forrageira, relacionada com sua produtividade.</p>
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		<title>Brachiaria Brasisantha cv Xaraés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 15:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cultivar Xaraés é uma <em>Brachiaria brizantha</em> coletada no Burundi, África, e lançada pela Embrapa, em 2003, após quinze anos de avaliações.</p>
<p>As principais vantagens são: alta produtividade, especialmente de folhas, rápida rebrota e o florescimento tardio, que prolonga o período de pastejo nas águas, além de valor nutritivo e alta capacidade de suporte, resultando em maior produtividade animal do que a cultivar Marandu.</p>
<p>A Embrapa garante a origem e identidade da cultivar Xaraés mediante produções continuadas de sementes genéticas desde 1988.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cultivar Xaraés (Brachiaria brizantha), coletada em Burundi. África, foi liberada pela Embrapa em 2003 após 15 anos de avaliações. É uma planta cespitosa, de 1,5 m de altura, folha lanceolada e longa, com poucos pêlos e de coloração verde-escura.</p>
<p>Os colmos são finos e radicantes nos nós, e as inflorescência são grandes, como espiguetas em uma só fileira. A cultivar Xaraés é apomítica e penteploíde, com 45 cromossomos. Irregularidades na divisão meiótica reduzem a validade do pólen para, aproximadamente, 79%. Seus principais atributos possitivos são a alta produtividade, especialmente de folhas, a rápida rebrota e o florescimento tardio, prolongado o período de pastejo até o período seco.</p>
<p>Além disso, apresenta bom valor nutritivo e alta capacidade de suporte, que resulta em cerca de 20% maior produtividade animal por hectare do que a cultivar Marandu. Apesar das baixas populações de cigarrinhas consistentemente observadas nas áreas experimentais, a cultivar Xaraés não apresentou nível de resistência desejável às espécies de cigarrinhas Notozulia entreriana e Deois flavopicta em ensaios sob condições controladas. Tal fato limita sua utilização extensiva em áreas com histórico de problemas com cigarrinhas, sobretudo, onde predominam as do gênero Mahanarva, significativamente mais agressivas que as outras duas.</p>
<p>A cultivar Xaraés mostrou-se tolerante a fungos foliares e de raiz, e possui maior tolerância a solos úmido que a &#8216;Marandu&#8217;. A&#8217; Xaraés&#8217;, por ter um florescimento tardio, monstrou-se suscetível à mela-das-sementes. Essa doença manifesta-se sob condições ambientais de alta umidade e baixa temperatura associadas as frentes frias típicas de outono durante o florescimento e a maturação das sementes.</p>
<p>A cultivar Xaraés foi, aproximadamente, 15% mais produtiva do que a &#8216;Marandu&#8217; na média de três cortes sob três níveis de P(0, 3-5 e 5-10 mg P Mehlich-1 dm³) e duas saturações por bases no solo: 35% a 40% e 50% a 60%.</p>
<p>Apesar da existência de cultivares semellhantes no comércio, a identidade e origem da cultivar Xaraés são garantidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária mediante produções continuadas de sementes genéticas desde 1988.</p>
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		<title>Brachiaria Ruziziensis cv Ruziziensis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 14:46:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo A Brachiaria ruziziensis (sin. Urochloa ruziziensis) apresenta alto valor nutritivo, comparativamente às outras espécies do gênero. No entanto, a única cultivar disponível no mercado (Kennedy) tem demonstrado baixa tolerância à seca e alta susceptibilidade às cigarrinhas das pastagens.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dessa maneira, o Programa de Melhoramento de Forrageiras da Embrapa Gado de Leite selecionou uma cultivar superior registrada com o nome de BRS Integra, visando reduzir as limitações apresentadas pela cultivar comercial. Este trabalho teve por objetivo avaliar a produção de forragem da cv. BRS Integra sob pastejo, ao longo do ano, tendo como testemunha a cv. Kennedy. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições.</p>
<p>Dez piquetes de cada cultivar foram submetidos ao sistema de lotação rotativa, com vacas em lactação durante a época chuvosa e vacas secas ou novilhas, na época seca do ano.</p>
<p>Foram estimadas a massa de forragem total e de seus componentes e a composição morfológica do pasto. As massas de forragem total e de folhas foram semelhantes entre as cultivares na época chuvosa do ano, mas durante a época seca, a BRS Integra apresentou maiores valores comparados à Kennedy.</p>
<p>A relação folha/colmo foi maior na BRS Integra, praticamente em todo o período avaliado. De forma geral, a BRS Integra apresentou maior potencial produtivo durante a seca e características estruturais mais favoráveis ao pastejo em relação à cv. Kennedy.</p>
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		<title>Brachiaria Humidícola cv Humidícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[4QsT2F2HgJdN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 14:43:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criadores de todo o País têm, agora, mais uma opção de capim para pastagem. A BRS Tupi é a primeira cultivar de <i>Brachiaria humidicola</i> indicada para uso no Brasil pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os trabalhos de avaliação e seleção da cultivar duraram 18 anos e foram coordenados pela Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS), tendo a participação de outras Unidades da Empresa e instituições de pesquisa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A BRS Tupi, que surge como mais uma opção para áreas úmidas de baixa e média fertilidades, destaca-se das outras cultivares disponíveis no mercado por sua produtividade, vigor, rapidez de estabelecimento e boa distribuição da produção ao longo do ano. Além disso, ela produz mais folhas para o pastejo do gado e suas plantas têm mais folhas do que talos durante o período seco do ano. Em virtude dessa maior produção de folhas, as pesquisas indicaram que a BRS Tupi permite maiores taxas de lotação e consequentemente ganhos de peso por área de 53 Kg/ha contra 20 Kg/ha da humidicola comum. Essa maior produtividade foi observada também no ganho por cabeça durante a seca.</p>
<p>A BRS Tupi é mais uma cultivar resultante da parceria da Embrapa com a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto). E, e em virtude dessa parceria, apenas as empresas e produtores associados à Unipasto estão licenciados pela Embrapa para produção e venda das sementes da cultivar. A Embrapa Produtos e Mercado (Brasília-DF) é a Unidade Descentralizada da Embrapa que produz as sementes básicas e licencia a produção das sementes certificadas para a comercialização. Juntamente com a Unipasto, essa Unidade da Embrapa vem atuando fortemente para garantir a disponibilidade de sementes de alta qualidade física e genética no mercado.</p>
<p>Para Ronaldo Pereira de Andrade, Gerente Geral Interino da Unidade, a BRS Tupi chegou como uma excelente opção para a diversificação de pastagens em solos parcialmente alagados dos biomas Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica, já que no País atualmente existem poucas cultivares para esse tipo de solo. Ele explica que os testes para avaliação e seleção da nova cultivar se concentraram na Embrapa Gado de Corte, que gerou informações sobre adaptação e produtividade da BRS Tupi na Região dos Cerrados. Além disso, a adaptação desse novo material na região Amazônica foi avaliada pela Embrapa Acre (Rio Branco-AC), enquanto que a Ceplac avaliou sua adaptação nas condições de Mata Atlântica.</p>
<p>A cultivar já está sendo tão bem aceita pelos pecuaristas, que todas as 40 toneladas de sementes produzidas este ano já foram comercializadas. Para a produção dessas sementes estão instalados cerca de mil hectares de campo pelos associados da Unipasto. Para o ano que vem, conforme Marcos Roveri, Gerente Executivo da Unipasto, além desses, mais campos de produção de sementes deverão ser implementados ainda este ano para garantir aos interessados ampla disponibilidade de sementes na próxima safra.</p>
<p><b>As humidicolas no Brasil</b><br />
A Brachiaria humidicola é uma espécie importante dentro do portfólio de espécies disponíveis para a formação de pastagens em território brasileiro. No entanto, as cultivares disponíveis foram selecionadas para as condições de outros países e introduzidas no País. A cultivar denominada Brachiaria humicola, ou comum, a mais plantada no Brasil, foi provavelmente introduzida da Austrália, na década de 70. A Lhanero é uma cultivar lançada em 1987, na Colômbia, e posteriormente introduzida no Brasil por empresas de sementes. Assim, os pecuaristas brasileiros careciam de uma cultivar de B. humidicola selecionada para as condições de nosso país a partir de uma ampla variabilidade genética.</p>
<p>As sementes da BRS Tupi podem ser adquiridas em uma das empresas e produtores de sementes de forrageiras associadas à Unipasto. Informações técnicas sobre a cultivar poderão ser encontradas na página da Embrapa Gado de Corte. Na Página de Negócios de Cultivares da Embrapa (<a href="https://www.embrapa.br/cultivares">www.embrapa.br/cultivares</a>) ou na página da Unipasto poderão ser encontradas informações sobre disponibilidade de sementes para venda além de informações técnicas. Outra opção é entrar em contato com um dos Escritórios da Embrapa Produtos e Mercado distribuídos pelo Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://pontoalto.shanv.com.br/produto/brachiaria-humidicola-cv-humidicola/">Brachiaria Humidícola cv Humidícola</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontoalto.shanv.com.br">Shanv - Ponto Alto Sementes</a>.</p>
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